quarta-feira, 10 de setembro de 2014

DA IGREJA DO MATINHO À IGREJA NOVA (7)

Um documento do pároco de Balasar

Há muitas perguntas sem resposta para quem estuda a construção da actual igreja paroquial de Balasar. Uma delas é a do papel dos vários intervenientes principais: o pároco, o seu irmão José e Manuel Joaquim de Almeida.
No arquivo municipal encontramos um documento de 18 de Abril de 1907 da autoria do pároco Manuel Fernandes de Sousa Campos, que também era presidente da junta, dirigido ao administrador do concelho; continha esta mensagem: 

Acuso a recepção do ofício de V. Excelência, com data de 10 de corrente, acompanhando a acta de 24 de Fevereiro último sobre a construção da nova Igreja Paroquial, devidamente aprovada.
Deus guarde V. Excelência.
Freguesia de Balasar, 18 de Abril de 1907.
O abade Manuel Fernandes de Sousa Campos.

A acta é a que já se transcreveu.
Devia tratar-se de um passo importante para legalizar a comissão e o seu modo de actuar por subscrição para a angariação de fundos.
No seu género este documento é único.
Este pároco foi o que baptizou a Beata Alexandrina; no documento só a assinatura é escrita dele.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

DA IGREJA DO MATINHO À IGREJA NOVA (6)

A construção

Em 23 de Dezembro de 1906, o jornal poveiro Estrela Povoense publicou esta notícia sobre a “Igreja Paroquial de Balasar”, bem semelhante a uma outra saída n’O Comércio da Póvoa de Varzim no dia 27:

A freguesia de Balasar, deste concelho, vai possuir um novo templo paroquial, cujas obras vão ser postas a concurso.
Quem desejar concorrer deverá examinar o projecto na secretaria do arquitecto da Câmara Municipal, onde ele está exposto todos os dias úteis, desde as 10 horas da manhã até às 3 horas da tarde.
As propostas devem ser enviadas em carta fechada à residência paroquial daquela freguesia até ao próximo dia 30 do corrente ao meio-dia.

Numa acta de 24 de Fevereiro de 1907, lê-se uma exposição feita à Junta de Paróquia pelo pároco, o abade Manuel Fernandes de Sousa Campos, que merece ser transcrita:

Tendo uma comissão, composta de alguns moradores desta freguesia, como à Junta não é estranho, tomado a seu cargo, por meio duma subscrição, a construção da nova igreja paroquial desta mesma freguesia, por essa construção não poder realizar-se por conta desta Junta de Paróquia, visto serem insignificantes os seus rendimentos e essa nova igreja tornar-se absoluta necessidade pelo estado de ruína em que se acha a actual, que não pode continuar a funcionar porque as suas paredes estão desequilibradas e as suas madeiras podres, como já foi verificado por peritos competentes, cumpria à Junta auxiliar essa iniciativa, prestando a essa comissão todo o seu apoio e valimento, dentro das atribuições legais, pois que de um tal melhoramento provinha um salutar benefício para a freguesia. Portanto, ocorria à Junta o dever de não só ceder da antiga igreja o seu material, altares e mais aprestos, como realizar definitivamente o acordo feito em 20 de Junho de 1897 com a comissão do Senhor da Cruz, desta freguesia, a fim de ser aproveitada a sua capela e terreno anexo na construção da nova igreja, por se tornar esse local o mais apropriado para essa edificação.

Nesta fotografia do espólio do Pe. Mariano Pinho ainda não há muro de suporte ao lado direito da igreja, o que mostra melhor o que foi a tarefa de terraplanar o lugar para a construção.

Os membros da mesa da Confraria do Senhor da Cruz estavam presentes e fecharam o acordo mencionado, abrindo assim as portas à construção da nova igreja. Este acordo seria ainda corroborado na sessão de 28 de Abril. Era juiz da Confraria do Senhor da Cruz Manuel Joaquim de Almeida, a quem se chegou a chamar, certamente com algum exagero, principal impulsor das obras da igreja, mas o seu contributo deve ter sido valioso[1].




[1] Consta que Manuel Joaquim de Almeida se terá aproveitado da posição política para adquirir de modo pouco transparente o terreno onde construiu a sua casa – a que fica imediatamente a poente do adro.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

DA IGREJA DO MATINHO À IGREJA NOVA (5)

José António dos Santos Reis, primeiro benfeitor da Igreja Paroquial de Balasar

O jornal A Independência de 11 de Junho de 1893 noticiava o falecimento do brasileiro “José António dos Santos Reis, casado, negociante à Praça do Almada”. Era balasarense e havia falecido na terça-feira anterior, dia 6. Pelo assento de óbito, sabe-se que tinha 47 anos e que vivera na “casa número 13” daquela praça. O consentimento dado pelo pai para ele rumar ao Rio de Janeiro tem data de 30 de Dezembro de 1859. Nascera no Casal.
No álbum do Prof. Furtado vem uma fotografia sua, com dedicatória e assinatura, datada do “Rio, 27 de Outubro de 1875”.
José António dos Santos Reis possuía fortuna no Brasil e não tinha filhos. Duas das deixas do seu testamento merecem ser aqui copiadas:

Deixa 1.500 réis a cada pessoa mais necessitada da freguesia de Balasar que não possa trabalhar ou ganhar alimentação.
50.000 réis à Junta de paróquia daquele freguesia para auxílio da construção duma igreja paroquial[1].
José António dos Santos Reis fotografado no Rio de Janeiro em 27 de Outubro de 1875.

Deve ter sido o primeiro donativo para a Igreja Paroquial, quinze anos antes de as obras começarem[2].
No que deve ser uma farpa ao partido progressista, o jornal regenerador Estrela Povoense de 30 de Julho de 1899, sob o título “Tudo pronto”, tem estas frases a que o momento político de então daria um sentido que em boa parte nos escapa:

Os povos de Balasar, contemplando o Outeiro, já ali imaginavam catedrais superiores às de Notre Dame ou de Colónia.
Não sabiam até como mostrar a sua gratidão ao autor de obra tão grandiosa.
Afinal, oh, decepção!

À parte o jogo político implícito, percebe-se no escrito o desejo antigo de Balasar construir uma nova e grande igreja.



[1] Este dinheiro só seria entregue quando as obras começassem.
[2] A venda das casas da Confraria do Senhor da Cruz à Junta de Paróquia, em 30 de Janeiro de 1876, quando presidia o Pe. António Martins de Faria, já se poderia integrar no plano da construção da nova igreja.

domingo, 7 de setembro de 2014

DA IGREJA DO MATINHO À IGREJA NOVA (4)

2. A Igreja Paroquial actual

Após o Liberalismo, muitas igrejas paroquiais foram restauradas e ampliadas e outras construídas de novo. A de Touguinhó data de 1842; a grande igreja de Beiriz vem de 1872; no princípio do séc. XX, construiu-se a de Amorim (paga por quatro irmãos brasileiros da freguesia); desde a década final de 1800, estava a decorrer a primeira fase das obras da Basílica do Sagrado Coração de Jesus e ia começar a da Misericórdia da Póvoa.

O aumento populacional

Quando se repara na evolução da demografia balasarense, compreende-se a urgência de construir uma nova igreja: desde meados do século XIX a princípios do XX a população quase duplicou.
A nova igreja paroquial é também um resultado dos tempos novos que se viviam, que deram origem a reconstruções das velhas casas, com as suas grandes chaminés e outros sinais de abundância e certamente da riqueza de alguns brasileiros. A tal não é estranho o fim da enfiteuse.
150 anos de evolução demográfica de Balasar.

sábado, 6 de setembro de 2014

DA IGREJA DO MATINHO À IGREJA NOVA (3)

Uma igreja com largo interesse histórico

A Igreja do Matinho devia vir de antes de Portugal se tornar nação independente e, em tempos recuados, embora a igreja tivesse um fim eminentemente religioso, também nela tinham eco os momentos políticos.
Dezenas de gerações de anónimos balasarenses, ao longo de quase mil anos, aí foram baptizadas e enterradas, ou dentro ou nas imediações, lá ocorreram centenas e centenas de casamentos de gente anónima mas também de gente que deixou um nome na história, como os Grã-Magriços e em concreto D. Benta. Foi nela que se baptizaram os pais da Beata Alexandrina e a própria Alexandrina.
Foram lá sepultados muitos sacerdotes naturais ou não da freguesia, os pais da Viscondessa de Azevedo, Custódio José da Costa, os “ossos” do Comendador do Maranhão, o Cirurgião da Bicha, vários ex-vereadores, Manuel Boucinhas.
Em tempos de epidemias e pestes, como a Peste Negra, esta igreja testemunhou os horrores então vividos.
Aí se celebraram eucaristias semanais de preceito e as feriais.
Politicamente, nela ecoaram momentos de grande tensão; de muitos deles só a podemos imaginar, como foi o caso dos acontecimentos da revolução de 1383-1385 e da Restauração. Mas conhecemos os escaldantes documentos do tempo do Liberalismo, os vindos da autoridade legítima de Braga e os das autoridades cismáticas, todos lá lidos.
Muitos actos importantes ocorreram dentro dela ou no seu exterior. Era neste que se reunia a Confraria do Subsino e sem dúvida aí era feita a recolha da décima. Na porta eram afixados editais, às vezes de grande alcance, como o que pôs em marcha a elaboração do Tombo da Comenda de 1830-1832[1].
Conservam-se na actual igreja várias imagens idas da do Matinho.



[1] O Juiz do Tombo mandava explicitamente que afixassem edital na porta da igreja:
“E mando ao escrivão do Tombo que este fez o faça afixar pelo porteiro do mesmo Tombo no pelourinho ou lugar competente e mais público desta vila e outro igual na porta da igreja da dita freguesia e Comenda de Balasar, fazendo dar os pregões necessários, e se conservarão afixados por espaço de nove dias, etc.
Dado e passado nesta vila de Barcelos, sob meus sinal e selo, aos dezasseis dias do mês de Fevereiro de mil oitocentos e trinta anos”.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

DA IGREJA DO MATINHO À IGREJA NOVA (2)

A Igreja Paroquial em 1830

Em 1830, a Igreja Paroquial não deveria diferir muito do que tinha sido construído 90 a 100 anos antes. O Tombo da Comenda mede-a, do que resulta quase uma descrição.

Tem de comprido, do nascente ao poente, vinte e uma varas por cada um dos lados (cerca de 23 m); e de largo, na testa do nascente, onde é a fronteira da mesma Igreja, tem sete varas e um quarto (cerca de 8 m); e na testa do poente, nas costas da capela-mor, tem cinco varas (cerca de 5,5 m).
Tem um torreão de duas empenas e duas sineiras, à face com a fronteira, e para a parte do sul tem uma escada de pedra com quinze degraus[1]. Tem a porta principal para o nascente e mais duas portas travessas, uma virada ao norte e outra ao sul.
Tem duas sacristias para o lado do norte, uma das quais tem uma porta para o nascente e a outra tem uma servidão por dentro da Igreja.
Tem uma capela de S. António[2] e no corpo da Igreja duas frestas para cada um dos lados e uma na fronteira; e na capela-mor tem uma fresta de cada lado. Tem o altar-mor e mais três altares no corpo da igreja e outro na capela de S. António. Tem seu coro com escadas pelo lado norte.

Não encontrámos em nenhum documento alusão à pedra do acordo.

Representação muito esquemática da Igreja Paroquial do Matinho, com a Residência e a estrada da Cruz para Vila Pouca.

O adro

Agora a medição do adro:

O adro da referida Igreja, que, principiando a medir do nascente a poente, na entrada dela, indo a medição pelo lado norte, por cima do capeado da parede do mesmo adro, em toda a volta, até chegar às casas da residência do Reverendo Reitor, tem setenta varas (cerca de 75 m); e aí, em volta de duas chaves que faz a dita casa da residência para dentro do mesmo adro, até à fronteira e entrada do referido adro, tem dezassete varas e três quartas (cerca de 19 m); e tem de largo, na entrada, cinco varas (cerca de 5,5 m). Tem um fojo[3] com quatro degraus.
Parte do nascente com baldio, do norte e poente com terra do prazo do assento da igreja desta Comenda, do enfiteuta José António de Miranda, de Barcelos, que possui António João Furtado; e do sul parte com o mesmo e com horta do passal da Igreja e casas da residência do Reverendo Reitor. Dentro do mesmo adro há três oliveiras.

Mencionam-se as três oliveiras destinadas a produzir o azeite para a lamparina, mas ignora-se a pedra do acordo, que deveria existir. 
Esta planta com o "Projecto para a ampliação do Cemitério de Balasar" tem data de Março de 1911. As manchas a tracejado perto do cimo à esquerda correspondem à antiga residência. Quase em baixo, ao centro, está planeado o portão original do cemitério, o tal que tem duas datas, uma de 1914, nas ombreiras, e outra de 1915, ao fundo do portão propriamente dito. A antiga igreja ocupava apenas o espaço imediatamente por trás do portão.

O espaço do actual Cemitério de Balasar é constituído pelo cemitério de 1914 mais uma grande ampliação para poente. Se considerarmos a parte original, a que se refere esta planta, verificamos que ela incluiu o adro e terreno da igreja, que nela ficavam imediatamente frente ao portão, para os dois lados, mas mais para a direita, a parte propriamente de habitação da antiga residência paroquial – área sombreada – e ainda algum terreno agrícola, ao cimo da planta, à direita. Isso permite formar uma ideia da verdadeira dimensão da antiga igreja, o que fica ainda mais claro se confrontarmos esta planta com o fragmento do projecto viário de 1905.

Residência e assento paroquial

Copia-se também a medição da residência paroquial. Parece espaçosa: devia poder albergar também o cura.

As casas da residência do Reverendo Reitor (…) têm de comprido, de nascente a poente, trinta e duas varas, partindo com o adro da igreja e com baldio; pelo sul, até chegar à horta onde faz a chave, tem vinte e sete varas, partindo com os eirados e cortes do prazo do assento desta Comenda, do enfiteuta José António Miranda, de Barcelos, que possui António José Furtado[4]; curvando ao sul, a partir com o mesmo prazo, tem a chave de largo, pelo nascente, cinco varas; e torna a virar ao poente, a partir do sul com terra do referido prazo, tem quinze varas e meia; e virando ao norte, a partir do poente, com a mesma terra do dito prazo, tem dez varas; pelo nascente tem de largo dezassete varas e uma quarta, partindo com o mesmo.
Dentro desta medição ficam as casas da Residência do Reverendo Reitor, e vem a ser uma morada de casas-torres, com sua cozinha também torre, e no meio tem dois andares com quatro salas e seus quartos, uma varanda para o sul, com duas entradas para o nascente e uma para o poente, para a servidão da igreja, com três escadas de pedra com seus pátios, quatro janelas para o norte, duas para o poente e três para o nascente, com suas competentes frestas; e outra casa térrea, que serve de despejo, com entrada de um portal fronho; e na horta, que também fica incluída, tem uma lata e mais árvores de fruto; e tudo levará de semeadura dois alqueires de centeio.

O acesso à igreja e à residência faziam-se pelo nascente, certamente por qualquer caminho que precedeu a rua que hoje vai para Agrelos.




[1] Esta escada daria acesso aos sinos?
[2] Poderá tratar-se de Santo Antão, também dito S. António o Grande ou do Egipto.
[3] Desconhecemos o que significa aqui a palavra fojo, mas sabemos que havia fojos em portas doutras igrejas.
[4] A casa do assento ou parte dela ainda estava pegada à residência como desde a construção da igreja.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

DA IGREJA DO MATINHO À IGREJA NOVA (1)

Ultimamente o nosso estudo e a nossa reflexão permitiram-nos alargar o conhecimento sobre as igrejas paroquiais do Matinho e a da Cruz; vamos por isso actualizar aqui a informação que possuímos sobre elas.

Ao longo dos tempos sucederam-se em Balasar várias igrejas paroquiais: a que foi construída na vila de Lousadelo, de que nada se sabe, a de Gresufes, de pouco mais se conhece que a sua localização, a do Matinho e a actual.

1.     A Igreja Paroquial do Matinho

A Igreja Paroquial do Matinho devia vir do século XII: em 1220 já existia e não parece que fosse construção recente. A deslocação da igreja do Lousadelo para lá deve ter tido a ver com a doação deste lugar ao Mosteiro de Landim[1].

Até ao séc. XVIII

Não é muito de crer que uma igreja que podia vir talvez do tempo do Conde D. Henrique não tivesse precisado de ampliação antes do séc. XVIII, com a agravante de ter havido a anexação de Gresufes a Balasar. Talvez tenha sido ampliada no séc. XVI, mas nenhum documento que conhecemos o testemunha. Talvez o Tombo da Comenda de 1608 pudesse fornecer algum esclarecimento a este respeito.
Segundo a memória de 1736, era de três naves, que poderiam resultar duma reconstrução maneirista. Tinha então os altares do SS. Sacramento, o de Nossa Senhora das Candeias, o de Santo António, o de Santo Antão Abade e o de Nosso Senhor Jesus Cristo, com as irmandades de Santo Antão Abade e das Almas. 
A igreja do Matinho ficava por trás deste portão do Cemitério de Balasar.


Reconstrução setecentista

Entre 1736 e a memória paroquial seguinte, de 1758, a Igreja do Matinho sofreu alterações estruturais sobre que não possuímos informações claras.
A autorização para a bênção da capela-mor reconstruída remonta a de Março de 1738. Parece que a reconstrução do corpo da igreja terá sido posterior.
Os assentos de óbito fornecem por vezes indicações interessantes sobre esta igreja. Fica-se a saber por um deles que havia sobre a porta principal um alpendre ou cabido, como então se dizia (também havia cabido sobre a porta travessa do norte), que a Capela de Nosso Senhor Jesus Cristo tinha a imagem do Santo Cristo Crucificado e ficava voltada ao norte, que também a norte, no exterior, havia uma cruz da via-sacra (deveriam ser três), que ficava igualmente a norte, no interior, a escada para acesso ao coro, que do lado sul havia uma “fresta grande”, que junto à porta travessa do norte havia “uma pedra grande que serve de campa”, que a pia baptismal ficava da parte do sul, que havia pelo menos um púlpito do lado sul, que uma das duas sacristia era a “sacristia dos ornamentos da fábrica” (as sacristias eram duas e ficavam do lado norte), que como a cozinha da residência ficava voltada para o adro se sepultavam cadáveres frente à janela desta divisão da casa paroquial, etc.
Supomos que os retábulos dos diversos altares possuiriam talha.
Um livro que devia ter informação variada e interessante sobre ela era o dos capítulos das visitas, mas não se conserva.




[1] Se o Lousadelo fosse antes pertença provável dos Cavaleiros do Outeiro Maior, então teriam sido eles quem promoveu a construção da igreja. A constru: desta vez poderão ter sido os Correias de Fralães.