sábado, 2 de fevereiro de 2013

Ensino primário em Balasar


Quando a mãe da Beata Alexandrina enviou as filhas a estudar para a Póvoa, na freguesia já havia escola primária masculina desde há quase 40 anos. De facto, em 1867, a Junta de Freguesia pediu ao governo “uma cadeira de instrução primária”.
O primeiro professor foi com certeza o padre balasarense Manuel Lopes da Costa. Mas o ensino não era obrigatório, pelo que muito poucos miúdos o frequentavam.
A construção do primeiro edifício escolar na freguesia remonta a 1878.
A escola feminina vem dos tempos da Ditadura Nacional e foi iniciativa da câmara, secundada pela junta. Começou-se a tratar do assunto em Novembro de 1930, mas parece que só no ano lectivo de 1932 é que as aulas tiveram início, alugando-se para o efeito uma sala na Casa Faria, junto da igreja.
A escola em uso frente à Quinta é uma construção do programa dos Centenários e vem de 1944; a das Fontainhas foi inaugurada em Outubro de 1952, no mesmo dia da inauguração do edifício do liceu poveiro. No sessão da inauguração nas Fontainhas, foi pedida a criação duma escola em Vila Pouca.
Imagens: Escola da Quinta e Escola das Fontainhas.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Um apelo de Jesus

Vinde a mim, Vós todos que sofreis e entrai no meu Coração divino! 
Vinde a mim, Vós todos que desejais ansiosamente amar-Me e bebei nesta fonte que não se esgota!
Eu sou amor, amor, infinitamente amor e eternamente amor.
Vinde, vinde a Mim, Vós todos e consolai também o meu Coração divino!
Dizei-me continuamente que Me amais e pedi-Me constantemente o meu amor.
O meu Coração divino quer dar-se, dar-se, quer voar para todos os corações.
Minha filha, minha querida filha, faz que Eu seja amado!
Sentimentos da Alma (14-03-52)

domingo, 27 de janeiro de 2013

Reunião na casa da Tuitio Fidei


Teve hoje lugar uma reunião na casa da Tuitio Fidei, em Vila Pouca, Balasar. Estiveram presentes lá para 30 pessoas e falou-se naturalmente da Beata Alexandrina, mas também de outros temas. Está-se a pensar num programa de reuniões mais ou menos regulares.
A paróquia celebrava S. Sebastião.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Novo livro da D. Eugénia


Diz-nos o Afonso Rocha que já tem o novo livro da D. Eugénia e que desenvolve o tema da alma-vítima.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

P.e Mariano Pinho

Informou-nos o Afonso Rocha que, recordando os 50 anos do falecimento do P.e Mariano Pinho, que se completam em Junho deste ano, o Sr. P.e José Granja, ex-pároco de Balasar, está a publicar sobre ele alguns artigos no Sítio dos Amigos da Beata Alexandrina. É da maior importância que se divulgue o primeiro director da Beata Alexandrina a ver se não tem de esperar tanto pela prometida canonização como esperou o S. Cláudio La Colombiére, director espiritual de S. Margarida Maria Alacoque.
Tanto quanto sabemos, está por estudar quer a sua biografia quer a sua obra. Pensamos que devia ser republicado o seu excelente livro O Coração Imaculado de Maria à Luzde Fátima.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Visitas a Balasar

Veja aqui uma síntese sobre as visitas a Balasar no ano anterior segundo o relatório da Paróquia.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Há 100 anos


Há 100 anos a pequena Alexandrina já residia no Calvário e faria 9 anos no fim de Março.
Como seria o lugar nesse tempo?
A casa dela era muito mais pequena, só com aquela divisão onde está a sala, mais um quarto para nascente e o correspondente rés-do-chão, onde ficava a cozinha. Como saía de lá o fumo não é fácil de perceber.
Aparentemente, a rua que corre em frente já tinha a largura de hoje, mas o seu piso era rude, com as esquinas agudas do xisto a cortar que nem lâminas.
Os moradores do Calvário seriam lá para metade dos de hoje, talvez mais, que as famílias eram grandes. Conhecem-se alguns deles, como o tasqueiro e vizinho Lino Ferreira e o Manuel Joaquim de Almeida, frente ao adro e ao “mosteiro”, a casinha das esmolas da Confraria do Senhor da Cruz. Perto, havia um artista ferreiro, capaz de fazer trabalhos muito apreciados. Na Casa da Ponte devia residir gente abastada.
A igreja era novíssima, mas ainda não teria a talha: seria um grande salão um pouco despido.
O pároco residia com certeza em casa da família, no Lousadelo.
Para a Alexandrina era o seu tempo de maria-rapaz sadia, de correrias e alegria. Trabalhava? Certamente. Muitas vezes, fá-lo-ia ainda na Gresufes da sua tenra infância, em casa dos avós.