Coloca-se abaixo a parte final de um
desdobrável em folha A4 de quando da morte do Dr. Azevedo e que tem inclusive imprimatur. Nele, provavelmente o seu
filho sacerdote, o P.e Alberto, fala do papel que o Dr. Dias de Azevedo desempenhou
junto da Beata.
Acompanhe as novidades que, quase dia a dia, nos vão chegando sobre esta surpreendente mística do nosso tempo, "luz e farol do mundo", como Jesus lhe chamou.
domingo, 23 de setembro de 2012
sábado, 22 de setembro de 2012
O primeiro número do Boletim de Graças
Dos três homens que mais positivamente
marcaram a caminhada da Beata Alexandrina, o P.e Mariano Pinho, o P.e Humberto
Pasquale e o Dr. Dias de Azevedo, só este é que não publicou sobre ela qualquer livro. Mas escreveu muito: em vida defendendo-a em jornais e através de correspondência enviada a vários destinatários, depois da morte redigindo
durante mais de uma década o Boletim de Graças. Foi obra notável para um pai de 14 filhos.
Ofereceram-nos há tempos uma colecção em
fotocópia, completa e encadernada, do Boletim de Graças original, isto é, de
antes da Beatificação; de momento, temos connosco (mas não nos pertence) uma
segunda colecção em grande parte constituída pelas sucessivas edições
originais. Por isso, podemos colocar abaixo as quatro páginas do primeiro
número. O visitante clique sobre as imagens para as aumentar, que o boletim merece
leitura.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
“Alexandrina Maria da Costa”
Já lemos o belo artigo do psiquiatra Carlos Mota Cardoso sobre a “Alexandrina Maria da Costa”. Corresponde à conferência
que proferiu no Centro Regional do Porto da UCP, por iniciativa da Tuitio Fidei,
e saiu no n.º 33 da Humanística e Teologia de Junho passado.
O autor não esconde as limitações do seu conhecimento sobre o tema, pois só se apoia no livro do P.e Humberto Alexandrina. Isso tolhe-o, mas não muito, embora qualquer um de nós
gostasse que ele tivesse também utilizado, no mínimo, o livro do P.e Mariano Pinho
No Calvário de Balasar, disponível em suporte de papel no
Apostolado da Oração.
O artigo é mais filosófico (cita várias
vezes Karl Jaspers e Merleau-Ponty) que biográfico ou mesmo teológico. Mas,
tratando-se de autor de muito saber, trilha um caminho que muitos, de diversas
disciplinas, deveriam percorrer: o caminho do estudo rigoroso, objectivo,
questionador, capaz de fazer brilhar a gigantesca grandeza da Beata Alexandrina
Maria da Costa.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Alexandrina Maria da Costa
Entre os livros que recentemente nos
chegaram, veio um que tem a ver com o Processo Informativo Diocesano da
Beata Alexandrina e um outro com as diligências romanas do mesmo processo. Colocamos abaixo a imagem da capa de um que até desconhecíamos.
O nome dela está lá bem claro, em latim. Já está em português no Decreto das
Virtudes Heróicas, ao fundo (a qualidade da imagem da ilustração é muito baixa).
Tanto quanto alcançamos, é abusivo
pretender alterar-lhe o nome.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
O Milagre da Alexandrina
Há um livrinho escrito por Francis
Johnston que conhecíamos de Balasar mas de que não possuíamos exemplar;
veio-nos agora um. Intitula-se The Miracle of Alexandrina, “O Milagre da
Alexandrina”. Digitalizámo-lo e colocámo-lo em linha, na página das notícias em
inglês.
Informaram-nos que um psiquiatra da Faculdade de Teologia do Porto publicou um artigo sobre a Beata Alexandrina. Ansiamos por o ler até por que o autor já escreveu sobre o médico Henrique Gomes de Araújo, o que a observou na Refúgio da Paralisia Infantil, na Foz.
Informaram-nos que um psiquiatra da Faculdade de Teologia do Porto publicou um artigo sobre a Beata Alexandrina. Ansiamos por o ler até por que o autor já escreveu sobre o médico Henrique Gomes de Araújo, o que a observou na Refúgio da Paralisia Infantil, na Foz.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Almas Eucarísticas (4)
Minha
filha, minha esposa querida, faz que Eu seja amado, consolado e reparado na
minha Eucaristia.
Diz
em meu nome que todos aqueles que comungarem
bem, com sinceridade e humildade, fervor e amor em seis primeiras
quintas-feiras seguidas e junto do meu sacrário passarem uma hora de adoração e
íntima união comigo, lhes prometo o Céu.
É
para honrarem pela Eucaristia as minhas santas Chagas, honrando primeiro a do
meu sagrado ombro tão pouco lembrada.
Quem isto fizer, quem às santas Chagas
juntar as dores da minha Bendita Mãe, e em nome delas nos pedir graças, quer
espirituais, quer corporais, eu lhas prometo, a não ser que sejam de prejuízo à
sua alma.
No momento da morte trarei comigo minha
Mãe Santíssima para defendê-lo.
domingo, 16 de setembro de 2012
Trajes e usos do tempo dos avós da mãe da Beata Alexandrina
Numa casa particular de Balasar
conserva-se um álbum com fotografias das décadas de 1870 e 1880. Não é contudo
um álbum particularmente balasarense, rural: não está lá a jovem lavradeira, o
carro de bois, a casa agrícola, as actividades da lavoura. Ao contrário,
trata-se de retratos quase sempre individuais e de estúdio, de meio urbano, talvez
daqueles balasarenses que, singrando, deixaram para trás o ambiente em que se
criaram.
Há nele também uma forte componente da
emigração para o Brasil; lembra os tempos do realismo e de Eça de Queirós em particular.
Mas paga a pena ver como vestiam as
mulheres e os homens e como eles cuidavam do seu cabelo e barba.
As duas senhoras ao cimo devem ser lisboetas, talvez idas de Balasar com maridos brasileiros (que enormes vestidos!)
A terceira, essa estaria mais presa à terra natal, mesmo aparentando ar mais moderno.
O primeiro rapaz poderia ser então estudante do secundário: apostou no cabelo enquanto aguardava a barba.
O segundo, que deve figurar também na fotografia seguinte, parece ter-se dado ao comércio (reparar nos cabelos e arranjo da barba).
Por fim, um padre que presumimos que era natural de Balasar e se deu ao ensino primário.
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