Colocámos em linha, em inglês, o livro preparado por Eugénia Signorile Alexandrina, quero aprender contigo! (Alexandrina, voglio imparare da te!, no original italiano). Como o pssuímos em espanhol, português e italiano, em qualquer altura poderemos disponibilizá-lo também nestas línguas.
Acompanhe as novidades que, quase dia a dia, nos vão chegando sobre esta surpreendente mística do nosso tempo, "luz e farol do mundo", como Jesus lhe chamou.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Exortação
Eis uma exortação de Alexandrina:
Ó mundo, ó almas, como Jesus nos ama!
Amemo-lo nós também!
A nossa dor não chega a ser nada, em comparação com a sua:
Foi uma dor infinita, foi uma dor de um Deus feito homem.
Amemo-lo, amemo-lo sem parar, amemo-lo noite e dia!
O meu coração vai como um passarinho perdido a mendigar amor, sempre amor para Jesus.
S (03-05-53)
Deixemo-nos abalar pelo convite de Alexandrina!
Empenhamo-nos a retribuir o amor de Jesus em modo tal que Ele nos possa dizer também, como a Alexandrina:
Amas-me quando choras, quando sorris:
Amas-me na dor e na alegria.
Amas-me no silêncio ou falando.
Amas-me em tudo.
Dia e noite, sobem ao Céu,
a cada momento,
os teus sofrimentos, o teu amor.
S (21-03-47)
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Balasar – cronologia de 1921-1930
1921-1930 – Paroquiou a freguesia o P.e Manuel de Araújo.
1921-1923 (26/11) – Preside à Junta Lino António Ferreira.
1922 – Primeira viagem da Alexandrina ao Porto para ser examinada pelo médico especialista Abel Pacheco, o qual avisa que ela não curará. Acama por 5 meses consecutivos; regista outras recordações pessoais relativas a este ano.
1923-1925 – Preside à Junta José Fernandes Campos de Sousa.
1923 – Em Março morre a avó materna da Alexandrina: primeira grande dor. O P.e Manuel de Araújo, aquando da morte do P.e Álvaro de Matos, em Maio de 1923, n’O Liberal do dia 20, assina um artigo elogioso do falecido, em linguagem um pouco amaneirada, sob o título de “Justa homenagem”, e que data de Balasar. Em Dezembro, Cândido dos Santos envia uma correspondência para O Progresso. Ferreira da Silva e Sá funda o Clube dos Caçadores.
1924 – Em 27 de Março, segunda viagem da Alexandrina ao Porto, onde o especialista João de Almeida prevê a paralisia. Em Junho participa com grande sacrifício no Congresso Eucarístico Nacional, em Braga. Manuel Ferreira da Silva e Sá funda a Tuna das Fonatinhas.
1925 – Em 14 de Abril a Alexandrina acama para não se levantar mais. Entre os dias 2 e 5 de Julho (de quinta a domingo), decorreu o Congresso Eucarístico Arquidiocesano da Póvoa de Varzim, a que a Alexandrina já não pôde assistir.
1926 (até 18/07) – Preside à Junta Carlos da Costa Reis.
1928 – Peregrinação paroquial a Fátima: esperanças num milagre de cura. No Congresso Litúrgico de Braga, o P.e Manuel de Araújo toma parte na “discussão” duma das teses.
1926-1930 – Preside à Junta Joaquim António Machado, pai da Mariazinha Machado.
1928-1930 – Não tendo obtido a graça da cura, a Alexandrina começa a compreender que a sua missão é ser vítima pela salvação das almas. Começa a pedir amor ao sofrimento. Como membro da Associação do Sagrado Coração de Jesus de Balasar, deve conhecer o Mensageiro, que fala de S. Margarida Maria Alacoque e da reparação. O P.e Mariano Pinho chega à Póvoa pelo Natal.
1929 – É elaborado um projecto camarário para a construção do tabuleiro da ponte do Vau e criada a Feira das Fontainhas. Deverá datar deste ano a primeira fotografia da Alexandrina, tirada talvez por Cândido dos Santos.
1930 – A Autobiografia regista algumas das mais antigas orações escritas pela Alexandrina.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Balasar – cronologia de 1911-1920
1911-1919 – Paroquiou a freguesia o P.e Manuel Fernandes de Sousa Campos.
1911-1912 – Preside à Junta António Alves de Sousa. A pequena Alexandrina vai estudar para a Póvoa de Varzim em Janeiro de 1911 e regressa em meados de 1912. Provavelmente na festa do Corpo de Deus de 1911, faz a sua Primeira Comunhão; mais adiante vai à Senhora da Saúde, a Laundos. Testemunha aí alguns dos momentos mais agressivos da República contra a Igreja. Antes de regressar a Balasar, em 1912, é crismada em Vila do Conde.
1911 – Começa a obra do Cemitério Paroquial; por meados do ano, a Igreja Paroquial, bem como os passais, são expropriados pela República.
1912-1913 – Preside à Junta Luís Lopes Alves de Sousa.
1913 – Em Dezembro, Manuel Joaquim de Almeida vence as eleições da Junta, contra os democráticos. Quem disso informa é Cândido dos Santos em notícia d’O Intransigente. Manuel Ferreira da Silva e Sá cria, nas Fontainhas, uma Escola de Ginástica, gratuita. A Beata Alexandrina regista recordações pessoais relativas a este ano; data de então o episódio com Fr. Manuel das Chagas, em Gondifelos.
1914-1917 – Preside à Junta Manuel Joaquim de Almeida.
1914 – Cândido dos Santos envia regularmente colaboração noticiosa para O Intransigente durante os meses de Janeiro a Maio; segundo a edição deste jornal de 3 de Maio, Santos Graça, administrador do concelho, propôs ao Governo que Balasar passasse para o concelho de Vila do Conde, em troca das Caxinas, o que escandalizou os balasarenses; em finais do ano é inaugurado o Cemitério Paroquial.
1915-1917 – Cândido dos Santos passa a enviar a sua correspondência noticiosa para O Comércio da Póvoa de Varzim, dos democráticos.
1916 – A Beata Alexandrina adoece gravemente, chegando a receber os últimos sacramentos. Foi nesse ano que lhe deram o cargo de catequista e cantora.
1917 (?) – A Alexandrina trabalha em casa do vizinho Lino António Ferreira.
1918 (02/01-26/01) – Preside à Junta José Fernandes Campos Fontinha. Em Julho, a Alexandrina deixa definitivamente o trabalho agrícola, por não o poder executar.
1918 – Em Sábado Santo, a Alexandrina, a irmã e uma terceira jovem são vítimas em casa de assédio sexual por parte de três balasarenses, neles incluído Lino António Ferreira, o antigo patrão da Alexandrina e futuro presidente da Junta.
1918-1918 – Preside à Junta Delfim da Costa Machado.
1919 – Falecimento do P.e Manuel Fernandes de Sousa Campos, em 10 de Setembro; passará a paroquiar a freguesia o P.e Manuel de Araújo; em 19 de Outubro, Cândido dos Santos escreve para A Sentinela, mostrando-se muito muito defensor da República, alinhado com os democráticos.
1919 (02/02)-1920 – Preside à Junta Lino António Ferreira.
1920 – A Alexandrina vai a tratamento à Póvoa de Varzim, onde conhece o médico Dr. Abílio Garcia de Carvalho e recebe pedidos de namoro.
1920 – A Alexandrina vai a tratamento à Póvoa de Varzim, onde conhece o médico Dr. Abílio Garcia de Carvalho e recebe pedidos de namoro.
domingo, 6 de novembro de 2011
Balasar – cronologia de 1900-1910
Começamos uma cronologia de Balasar por décadas orientada para o estudo da Beata Alexandrina. Sempre que julguemos necessário, actualizá-la-emos.
1901-1910 – Paroquiou a freguesia o P.e Manuel Fernandes de Sousa Campos, que era simultaneamente presidente da Junta de Paróquia.
1903 – Em 1 de Janeiro, morre em Gresufes o prestigiado político balasarense Manuel Boucinhas. Manuel Ferreira da Silva e Sá funda um Grupo Cénico "que levou ao palco dramas sacros e comédias hilariantes".
1904 – A 30 de Março, nasce em Gresufes a Beata Alexandrina; é baptizada em 2 de Abril. É deste ano o projecto de mudança da fonte de Gresufes.
1905-1908 – Manuel Joaquim de Almeida é vereador da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.
1905 – O jornal O Liberal, falando embora duma estrada já existente em Balasar, diz que a freguesia é atravessada apenas por "estreitas e embaraçosas veredas".
1906 – É construída nova ponte em substituição da de D. Benta. Em Abril e Dezembro, o Estrela Povoense refere-se à fonte de Gresufes. Em 23 de Dezembro, o mesmo jornal anuncia que vai ser construída nova igreja; em 27, sai notícia semelhante n’O Comércio da Póvoa de Varzim.
1905 – O jornal O Liberal, falando embora duma estrada já existente em Balasar, diz que a freguesia é atravessada apenas por "estreitas e embaraçosas veredas".
1906 – É construída nova ponte em substituição da de D. Benta. Em Abril e Dezembro, o Estrela Povoense refere-se à fonte de Gresufes. Em 23 de Dezembro, o mesmo jornal anuncia que vai ser construída nova igreja; em 27, sai notícia semelhante n’O Comércio da Póvoa de Varzim.
1907 – A Estrela Povoense de 19 de Maio queixa-se de gastos camarários excessivos em Balasar.
A Junta de Paróquia aprova a planta da nova igreja em 24 de Novembro, como consta da acta desse dia.
Começam as obras da nova Igreja Paroquial; é demolida a Igreja do Matinho; é também demolida a Capela da Cruz que existia no lugar da actual Igreja Paroquial. A Capela da Quinta de D. Benta passa servir provisoriamente de igreja paroquial.
1908 – A pequena Alexandrina vai ao farmacêutico de Viatodos fazer curativo ao golpe que abriu ao lado da boca. A Alexandrina regista algumas lembranças pessoais relativas a este ano.
1909 – O Liberal de 7 de Novembro noticia que na nova Igreja Paroquial, ainda inacabada, já se celebra missa.
1910 – A 23 de Janeiro de 1910, segundo as actas da Junta de Paróquia, a igreja nova “já está concluída e aberta aos actos de culto”. Em 7 de Outubro é proclamada a República na Póvoa de Varzim; Manuel Joaquim de Almeida assina a acta da proclamação. A Beata Alexandrina regista recordações pessoais relativas a este ano.
Quantas vezes caiu a ponte de Balasar?
A chuva chegou há pouco, com aparato. Na altura não passámos por Balasar para ver o espectáculo da cheia, que deve ter sido grande. Isto lembrou-nos uma fotografia que vem num boletim de graças do princípio dos anos sessenta e que mostra que a ponte de Balasar, a dita de D. Benta, tinha caído novamente. Só naquele século já seria a terceira vez.
Quantas vezes terá caído? Cinco, dez?
Por trás da ponte provisória, vêem-se os pilares da que caiu.
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