sábado, 5 de março de 2011

Reze, que eu também rezo



Na notícia do Diário do Minho de ontem, o que mais nos impressionou foi que o Reitor do Seminário da Arquidiocese também integrasse a direcção da Fundação.
Jesus repetiu que a Beata Alexandrina era “doutora das ciências divinas”; ora é bom que o seminário, em dificuldades como creio que quase todos na Europa, se aproxime dela.
Aliás, não são só os seminários que passam dificuldades, mas também as casas religiosas. E passa dificuldades a juventude católica, passam-na os casais, as pessoas de mais idade…
Repetimos, ver que o Reitor do Seminário vem até Balasar, achamo-lo positivo.
Todos devemos rezar pelos seminários e pela Igreja em geral. Sem oração, a igreja deixa de ser o que é para ser mais uma espécie de clube, como tantos.
Ora a nossa Beata é aqui modelo: “reze, que eu também rezo”, era quase um mote que repetia a quem dela se abeirava. E a sua oração foi de sucesso.

No Céu estarei
Como o pobre cego
À beira da estrada,
De mão estendida,
Pedindo esmola.
Eu pedirei graças
Para as espalhar
Sobre a Terra.

Beata Alexandrina

sexta-feira, 4 de março de 2011

A Beata Alexandrina no “Diário do Minho”


A edição de hoje do Diário do Minho dedica, na página dezoito, dois textos à Beata Alexandrina. O primeiro tem como título principal “Fundação Alexandrina de Balasar já começou a trabalhar” e o segundo diz que “Santuário é para se fazer mas sem pressas”.
Do primeiro transcrevemos esta citação:
[…] o Arcebispo Primaz referiu que, como Igreja, “somos povo de Deus a caminho” e que, por  isso, há sempre um trabalho novo a fazer-se, sempre no respeito do que até ali foi executado. “Estamos em mais uma etapa de um caminho iniciado e já percorrido por outros”, frisou D. Jorge ortiga, lembrando todos quantos, até ao momento, se dedicaram à causa da Alexandrina, com particular destaque para os dois últimos párocos.
Um aspecto que também é salientado é o da separação entre o que é paroquial e o que é da causa, que a Fundação passa a representar.
Segundo o pároco de Balsar, “não existe qualquer compromisso nem tão pouco prazos definidos para a construção dum santuário”.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Tomada de posse dos corpos gerentes da Fundação da Beata Alexandrina

Veja aqui a notícia sobre a tomada de posse dos corpos gerentes da Fundação Alexandrina de Balasar (leia-se o comentário). Veja também aqui.
O site do Patrick Reynolds sobre a nossa Beata já está em versão definitiva.

terça-feira, 1 de março de 2011

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Uma fotografia antiga da Igreja Paroquial de Balasar

Construída nos anos de 1908 e 1909, a Igreja Paroquial de Balasar que a Beata Alexandrina conheceu, onde o P.e Mariano Pinho pregou e onde o P.e Leopoldino celebrou anos e anos a fio era como a vemos nesta fotografia.
Que diferença da actual! Belíssima a talha!
Sobre o sacrário, vê-se o baldaquino oferecido pela Alexandrina.
O P.e Humberto encantava-se com o painel do Bom Pastor.
Clique sobre a fotografia para a ver em tamanho maior.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Jesus Cristo

Ao tempo em que a pequena Alexandrina frequentou a escola na Póvoa de Varzim - há 100 anos - havia um poeta de Aver-o-Mar, de nome Bernardino da Ponte, que justifica aqui uma referência: apesar de ser autodidacta, ele possuía uma sólida e diversificada cultura e deixou alguns poemas de tema religioso. Abaixo transcrevemos um dos melhores.
Recentemente colocámos em linha uma página com a informação relativa ao contexto político que se vivia em Balasar e nos arredores ao tempo da aparição da Santa Cruz.

Jesus Cristo

Meditações

I
Por entre agudos espinhos.
Duma sombrosa romagem,
Os mais dúlcidos carinhos
Marcaram sua passagem.

II
Embora grandes da terra,
Ciosos dos seus brasões,
Lhe movessem crua guerra
E o cobrissem de baldões,

III
A sua santa doutrina
Mais profícua se afirmou...
Foi como luz diamantina
Que o orbe todo inundou.

IV
Na senda cheia de cardos
Por onde passara ovante
Fez brotar preciosos nardos
Dum aroma inebriante.

V
Consagrado ao pensamento
De nos salvar e morrer,
Foi um milagre, um portento,
D'incomparável poder.

VI
A tragédia do Calvário,
Precedida de torpezas,
Abre-nos hoje um sacrário
D'inesgotáveis riquezas.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Meu Deus, quando poderei ver-Vos e amar-Vos?


O tempo não passa, a eternidade não chega. Não poderei, Jesus, ver ainda uns raiozinhos de luz, viver ainda entre os meus uns momentos de alegria?
Vontade santíssima do meu Deus, quero-te, amo-te com todo o coração e com toda a minha alma! Ando como um ladrão fugitivo a esconder-me de tudo e de todos. Mas mesmo assim mal posso aguentar a dor que me causa ver a distância que me separa de Jesus: Ele no Céu e eu na terra.
Meu Deus, quando poderei ver-Vos e amar-Vos? Secou em mim aquela fonte da qual nasciam em mim ânsias de Vos amar e possuir.
Beata Alexandrina