segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Uma fotografia antiga da Rua da Junqueira, na Póvoa de Varzim

Esta fotografia que vimos na Biblioteca Municipal da Póvoa despertou-nos a atenção. De facto, em segundo plano vê-se uma menina que podia ser a pequena Alexandrina, mas não é. A prova disso é que no chão da rua ainda não há os trilhos do americano. Repare-se nos tamancos, que parece que eram calçado para todos.
Existe também um bogue de notícias em inglês, que pode ser consultado aqui.

sábado, 16 de outubro de 2010

25ª Cruzada anual do Rosário de Reparação em Londres

Hoje, 16 de Outubro, foi a 25ª Cruzada anual do Rosário de Reparação em Londres, quando mais de 1.000 pessoas caminharam em procissão através da cidade, rezando o Rosário e transportando a imagem de Nossa Senhora de Fátima, da Catedral de Westminster para o Oratório de Londres, onde o dia terminou com hinos, orações e bênção.
Kevin Rowles, autor de Beata Alexandrina - Um Milagre Vivo da Eucaristia, e alguns ajudantes, distribuíram 500 folhetos sobre a Beata Alexandrina às pessoas presentes na Cruzada do Rosário. Além disso, a relíquia de primeira classe da Beata Alexandrina foi levada para a Cruzada do Rosário, de modo que as pessoas a pudessem venerar.
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Veja-se aqui várias fotografias da Cruzada do Rosário deste ano.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Caminhos de Balasar

Já se encontra à venda no site das Paulinas a nova biografia da Beata Alexandrina escrita pelo P.e Manuel Fernando Sousa e Silva. Ao que nos disseram, irá ter também tradução para espanhol.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Um secretariado forte

O Padre Casado Neiva de­fende a criação de um «se­cretariado forte» que faça a ligação não só a nível nacio­nal, mas também a nível in­ternacional. «Um secretaria­do que estude uma pastoral de evangelização e formação, uma entidade jurídica muito forte capaz de ultrapassar as medidas paroquiais. A paró­quia é uma dimensão muito pequenina para o fenómeno Alexandrina», disse, adiantan­do que a Turel está já a estu­dar e a pedir estudos cientí­ficos para uma nova reorga­nização.
Diário do Minho
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Ao Wendell, respondo mesmo aqui:
Deves dirigir-te, meu amigo, ao Afonso Rocha, pois eu não sei nada do Facebook. 
Certamente todos os visitantes desta página, juntamente comigo, te desejam que passes bem aí em Roma.
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Veja-se agora o gráfico das estatísticas deste mês, onde o Egipto aparece já num honroso 10º lugar. A Rússia surge em sexto.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Campanha "Escritos da Beata Alexandrina"

Sob o título acima, o Afonso Rocha lançou uma vasta iniciativa de divulgação da obra da Beata Alexandrina que está a ter uma adesão muito para além do esperado. Veja-se aqui.
Curiosamente, hoje um grupo de irlandeses manifestou também o desejo de possuir um livro com pelo menos uma significativa amostra dos Sentimentos da Alma.

Luz e farol do mundo

A poucos meses do seu falecimento, a debilidade da Alexandrina agravara-se a ponto de ela não poder ditar o relato das suas experiências místicas. Mas é no último dos seus diários (2 de Setembro de 1955) que ela recolhe, como que em chave de ouro, estas belíssimas palavras daquele para quem tinha vivido:

Os meus abismos são tão negros e profundos que só um Deus podia penetrar neles.
Foi assim que Jesus fez.
Desceu à minha profundeza, trouxe à superfície
e iluminou o meu pobre ser com uns raiozinhos da sua luz:
- Vem cá, minha filha,
luz e farol do mundo!
Tu que és treva inigualável,
és luz que brilha,
farol que tudo ilumina.
A treva é para ti,
a luz é para as almas.
Vem cá, luz de quem Eu sou luz,
farol de quem Eu sou farol!
Não posso Eu fazer-te brilhar com o Meu brilho?
Não posso Eu fazer que sejas farol como Eu sou farol?

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Vejo ao longe a minha Pátria


Vejo ao longe a minha Pátria:
Espera-me em breve o Céu.

Estou tão longe da minha Pátria!
Quando poderei ver-Te, Jesus?

Quando chegará o meu dia?
O dia do meu noivado?
Oh, feliz dia,
em que posso sempre ver o meu Deus
e gozá-Lo eternamente,
face a face!

Quanto mais o tempo passa
e a morte se aproxima,
mais o meu coração anseia por se unir a Jesus.
Esta ansiedade é eterna:
só o Céu,
só Jesus pode encher-me.
E aqui na terra
nada há que me satisfaça o coração;
se muito sofro pelo meu Jesus e pelas almas,
mais quero sofrer para O consolar
e mais almas serem salvas.
Ó ditoso dia, ó dia da minha alegria,
da minha maior felicidade,
quando chegarás,
quando poderei saciar-me
no meu Jesus para sempre, para sempre?
Ó minha morte, ó minha verdadeira vida,
quando chegarás tu?
Vem depressa, vem depressa!
Dá-me Jesus!